Portal Volta Cristo - Semeando a Palavra de Deus !!

Palavras de Salvação

sábado, 28 de janeiro de 2012

Eula Paula - A Mão de Jeová

Isac Sá - Mil vezes Jesus

Sergio Lopes - O lamento de Israel

Sérgio Lopes- O Rei e o ladrão

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Uma Questão de Identidade


"Sede meus imitadores, como também eu de Cristo" I Cor. 11:1

Vivemos em uma sociedade onde as pessoas tem a forte de tendência de imitar umas as outras. Temos, por exemplo, as modas que são ditadas pela TV. Ou seja, basta um artista aparecer em uma novela usando uma roupa e em seguida, pessoas aparecem na rua usando aquela mesma roupa. Às vezes, é uma gíria ou algo parecido. Vemos, portanto, que o ser-humano tem a tendência de justamente copiar e imitar o que se vê, o que está diante dos olhos.

Paulo, o Apóstolo, sabendo disto, fez a seguinte afirmação aos irmãos de Corinto: "Sede meus imitadores, como também eu de Cristo" (I Cor. 11:1). Em outras palavras, ele fez uma advertência aos irmãos daquela cidade para tivessem cuidado quanto aos costumes e atitudes das pessoas com quem eles conviviam, de modo que olhassem para suas atitudes, pois ele era um imitador de Jesus Cristo, especialmente porque a cidade de Corinto ficava bem próxima a Atenas, a grande capital da Grécia, e a capital intelectual do mundo. Por ser uma cidade onde se localizava um dos mais importantes portos da época, a cidade abrigava praticamente o mundo inteiro dentro dela. Era preciso realmente ter bastante cuidado para não se deixar levar pelas tendências dos povos que passavam por ali.

Anos se passaram e é preciso que haja em nós uma reflexão, um exame contínuo. Isto é, a quem temos imitado? Quem são os nossos referenciais? Que moda, que tendência temos seguido? Somos imitadores de Jesus Cristo?

Muito me assusta a forma como as pessoas têm a tendência de imitar o que não é bom. O pensamento é sempre o mesmo: Se fulano faz, eu também vou fazer. Se beltrano pensa assim, eu também vou pensar. Tenho a impressão de que as pessoas parecem ter perdido a sua identidade. Parece que se esquecerem de pensar, de refletir, de analisar o que têm recebido de informação e o que reproduzem em suas mentes e em suas atitudes. Chega a ser algo assustador. E quando aparece alguém com identidade, que se dispõe a ser imitador de Jesus Cristo, este alguém é muitas vezes repelido, mal interpretado e, por vezes, perseguido. Tudo porque vai contra o sistema dos que caminham segundo a tendência do Príncipe deste Mundo.

Creio que o grande segredo para sermos imitarmos de Cristo é justamente seguirmos o conselho do próprio Apóstolo Paulo aos irmãos de Tessalônica "Examinai tudo. Retende o bem" (I Tess 5:21). Portanto, precisamos examinar o que é posto diante de nós e reter o que é bom. E examinar é ponderar, analisar atentamente e minuciosamente. Nem tudo o que se ouve e o que se vê é bom para nós. Precisamos, deste modo, ser mais criteriosos quanto ao que temos imitado, quanto às nossas atitudes e aos nossos próprios pensamentos. Agindo assim, seremos verdadeiramente imitadores de Cristo e carregaremos dentro de nós, valores puros, verdadeiros e uma identidade firmada na Palavra de Deus.





 
 
 
 
 
Por: Pra. Ioná Loureiro

domingo, 22 de janeiro de 2012

O lixo do big brother; veja comentario do Pr. Silas Malafaia



Após o polêmico episódio de um suposto estupro dentro do programa Big Brother Brasil, da TV Globo, o Ministério das Comunicações se manifestou em comunicado oficial, divulgado nesta quarta-feira, informando que vai identificar por meio de imagens se a emissora, de fato, exibiu cenas de estupro dentro do programa.



Caso sejam comprovadas tais imagens que causaram constrangimento ao telespectador, o Ministério irá instaurar um processo cujas penas incluem multa e interrupção dos serviços da emissora.

A cena que gerou toda essa repercussão foi protagonizada pelo participante Daniel Echaniz, que teria abusado sexualmente da participante Monique Amin, quando a mesma estava dormindo, inconsciente do suposto ato praticado por ele. Ambos estariam embriagados após a realização de uma festa dentro da casa.

A TV Globo decidiu eliminar o participante do programa, entendendo que o mesmo não apresentara conduta compatível com as regras impostas pela direção do reality show, não entrando em detalhes.

A defesa de Daniel pede a volta do mesmo ao programa, pois nega que ele tenha praticado qualquer tipo de procedimento inadequado e acusa a TV Globo de perseguição racista, já que o jovem acusado é negro.

O pastor Silas Malafaia comentou o assunto:

“O Big Brother é um lixo. Como é que tem crente que ainda perde tempo com isso? Tem que se converter de novo.

Esse programa está promovendo a baixaria, a imoralidade, e tudo o que há de mais destrutivo para a sociedade. É explícito o incentivo a bebedeira, sensualidade, promiscuidade e infidelidade. Onde vamos chegar quando um programa baixo, ridículo e imoral como este, é um dos campeões de audiencia no nosso país?”

‘Igrejas devem enviar correspondências para a Globo’, diz pastor


O Pastor Gilson Bifano, do portal Click Família, especialista em ministrar na área familiar, falou ao Verdade Gospel sobre a polêmica do estupro no reality da TV Globo.

“Eu creio que é hora de todas as denominações se pronunciarem. Igrejas devem enviar correspondências para a Globo. É um momento propício para mostrar nossa indignação em relação a este programa que não tem nada, absolutamente nada, para edificar, ensinar à família.

Precisamos também cobrar do governo, não a censura, mas um posicionamento neste sentido. O Ministério Público deve investigar o que houve e punir severamente a emissora.”

Movimento anti-reality cria bloqueio para conteúdo relacionado ao BBB nas redes sociais

Surgiu na internet um movimento para boicotar o programa Big Brother Brasil, que é assunto sempre presente nas redes sociais.

O programador Luís Coimbra, que repudia este programa, criou uma solução para não ter o dissabor de ser bombardeado por informações referentes ao reality show da TV Globo: criou para o navegador Google Chrome a extensão “No BBB”, que consegue bloquear todo conteúdo relacionado ao programa.

Esta aplicação atua no Facebook e Twitter, travando todos os textos publicados que contenham palavras como “BBB” e “Big Brother”. Um comunicado aparece na tela dizendo: “Conteúdo bloqueado por conter texto relacionado ao BBB, se quiser ver, clique aqui”, o que certamente Coimbra não ousaria fazer.

Programa da Igreja Presbiteriana critica BBB
O programa “Lado B do BBB”, da Igreja Presbiteriana do Brasil, analisa o reality show Big Brother Brasil, ressaltando aspectos negativos do programa. A transmissão é feita pela Rádio IPB e também com postagens no site da denominação, pedindo para que os fiéis não assistam ao BBB.

O reverendo Robinson Granjeiro destaca que o reality exalta apenas três coisas: Beleza física e disposição para expor o corpo à vontade; ambição para usar todos os meios possíveis, éticos ou não, para conseguir o milhão e habilidades para envolver os outros participantes e o público, evitando, assim, a eliminação precoce.

“Sem Ele, os valores majoritários presentes no estrato moral e ético das maiores civilizações se tornam relativos, a normalidade dos conjuntos atitudinais se tornam meras expressões do egocentrismo e da soberba e as crenças de primeira ordem do ser humano sobre o bem e o mal, o certo e o errado completamente questionáveis”, disse.

Mas no término do programa da denominação, o pastor convida todos a analisarem a outra face do BBB, o tal lado B do reality show. “Talvez ele reluza como espelho e nele possamos nos ver também. Talvez ele seja translúcido e por ele possamos ver os outros como devemos ver a nós mesmos”.









Port: Redação / Polêmica

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Obediência no Falar


Na Bíblia, nossa língua é chamada de “mundo de iniqüidade... que contamina o corpo inteiro... Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus” (Tg 3.6,9).

Na Palavra de Deus encontramos diversas instruções e exortações em relação ao uso da língua. Por exemplo: “Desvia de ti a falsidade da boca e afasta de ti a perversidade dos lábios” (Pv 4.24). Uma tradução livre do texto seria: “Não permitas que tua boca fale qualquer inverdade; que teus lábios pronunciem difamação ou engano”. Tudo o que é inverdade, tudo o que torce a verdade e tudo o que engana é mentira. O mais difícil para nós realmente é obedecer com a língua, não é mesmo? Uma pesquisa entre jovens alemães a partir de 14 anos revelou que as pessoas engendram alguma mentira a cada oito minutos: “São aproximadamente 200 inverdades durante o dia” (Topic, 4/2002).

A Bíblia declara com muita propriedade: “a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim” (Tg 3.8-10).

Uma história ilustra todo o poder do que falamos ou deixamos de falar:

Um homem riquíssimo tinha convidado muitas pessoas para uma festa. Encarregou seu cozinheiro-chefe de comprar os melhores alimentos. Este foi ao mercado e comprou línguas – somente línguas e nada mais. Apresentou-as como primeiro prato, segundo prato, etc., servindo somente línguas aos hóspedes. Os convivas elogiaram a composição da refeição e a idéia original do cozinheiro. Mas, aos poucos começaram a ficar saturados de tanto comer línguas. O anfitrião se irritou e mandou chamar o cozinheiro: “Não mandei que você comprasse o que há de melhor no comércio?” Ele respondeu: “Existe algo melhor do que língua? Ela é o vínculo na vida social, a chave para todas as ciências, o órgão que proclama a verdade e a razão. Graças ao poder da língua, edificam-se cidades e as pessoas se tornam letradas e cultas”. “É verdade”, concordou o dono da casa. E mais uma vez encarregou o cozinheiro de preparar outro banquete para o dia seguinte, com a ressalva de comprar o que de pior houvesse na feira. Novamente este comprou línguas, somente línguas. Preparou-as das mais variadas maneiras para o banquete. Já que os convidados eram os mesmos, enojaram-se rapidamente do cardápio. O anfitrião sentiu-se ridicularizado e envergonhado, e gritou com seu chefe de cozinha: “Não mandei que você preparasse o que há de mais ruim? O que você está pensando? Por que serviu línguas outra vez?” Ele respondeu: “A língua também é o que há de pior no mundo, a mãe de todas as contendas e discórdias, a fonte de todos os processos judiciais, das diferenças de opinião e o instrumento que incita à guerra e à destruição. Ela é o órgão que propaga enganos e difamações. Pessoas são levadas ao mal, cidades são destruídas e vidas são aniquiladas pelo poder da língua”.

O perigo de uma língua sem freios
Uma língua que não está sob o domínio do Espírito Santo anula qualquer ministério espiritual: “Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã” (Tg 1.26). Como ilustração, vejamos mais um relato:

Um senhor idoso foi solicitado a conversar com um jovem de sua comunidade que havia roubado a seu chefe e estava na prisão. “Parece que eu o conheço de algum lugar”, disse o homem ao jovem, “você não me é estranho”. “Com certeza”, respondeu o prisioneiro, “já faz mais de dez anos, mas parece que foi ontem, pois lembro-me claramente de nosso encontro. O senhor é o culpado de eu me encontrar nesta prisão”. – “Mas como?”, surpreendeu-se o visitante. “Em toda a minha vida não lhe fiz mal algum!” – “Não propositalmente; mas certa vez eu vinha com meu pai de uma evangelização, quando encontramos o senhor no caminho. Meu coração estava profundamente tocado pela pregação que ouvira e eu queria voltar para derramá-lo diante do evangelista. Mas aí ouvi o senhor ridicularizando o pregador, dizendo que ele era inculto e não sabia pregar direito. Essas palavras despertaram em mim um desprezo pela pregação que acabara de ouvir, e a partir de então parei de buscar a salvação de minha alma. Comecei a andar em más companhias e hoje estou aqui na prisão”.

Certa vez o Senhor Jesus disse que os homens prestarão contas de qualquer palavra frívola que tiverem falado (Mt 12.36). Portanto, tudo o que falamos fica registrado no céu.

Tudo é revelado na luz da glória de Deus

Quando o profeta Isaías viu a glória de Deus, ficou imediatamente consciente de seus lábios impuros: “No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (Is 6.1,5).

O rei Davi também sabia o mal que pode ser causado por palavras ditas impensadamente. Por isso, orou: “Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios. Não permitas que meu coração se incline para o mal...” (Sl 141.3-4). A Bíblia Viva diz: “Ó Senhor, ajuda-me a tomar cuidado com o que falo; ajuda-me a não falar o que não te agrada. Não permitas que o meu coração seja atraído para o pecado...”

Por que alguém mente? Porque há falsidade em seu coração: “Vou descrever para vocês um homem vazio, inútil, um homem que não presta para nada. Suas palavras são mentirosas... Seu coração está cheio de maldade...” (Pv 6.12,14, A Bíblia Viva).

Áreas perigosas – onde devemos vigiar nossa língua

Existem três áreas potencialmente perigosas em relação ao nosso falar:

1. A mentira

No Antigo Testamento Deus já alertou: “Não furtareis, nem mentireis...” (Lv 19.11). E no Novo Testamento somos exortados: “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros” (Ef 4.25). Em outras palavras: ninguém pode passar por cima da mentira; ela é séria demais e sempre deve ser exposta à luz. Uma meia-verdade é uma mentira completa.

No Apocalipse há menção específica de que os mentirosos não entrarão no reino dos céus e acabarão no lago que arde com fogo e enxofre (Ap 21.8,27).

2. Calúnia e difamação

É muito fácil acabar com a reputação de alguém falando apenas algumas poucas palavras. É por essa razão que a calúnia e a difamação devem ser levadas muito a sério, pois fazem parte das piores atitudes nos relacionamentos humanos. Lemos no Salmo 15.1-4: “Quem, Senhor, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por desprezível ao réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata”.

3. Exagerar ou minimizar os fatos

Exageramos com facilidade quando se trata de nossas boas ações, mas quando contamos alguma coisa boa acerca de alguém, tendemos a diminuir suas qualidades. Foi o que levou o salmista a orar: “Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios. Não permitas que meu coração se incline para o mal, para a prática da perversidade na companhia de homens que são malfeitores...” (Sl 141.3-4).

Um menino disse a seu pai: “Papai! Papai! Eu vi um cachorro do tamanho de um elefante!” O pai retrucou: “Já avisei milhões de vezes que você iria apanhar se continuasse exagerando tanto!”

Exagero ou minimização devem ser equilibrados como os pratos das antigas balanças: o ponto certo é alcançado quando os ponteiros estão na mesma altura.

Confessando a culpa e recebendo perdão

Depois da conquista da cidade de Jericó, Acã tomou para si despojos proibidos, e todo o povo de Israel caiu em desgraça. Mais tarde esse pecado veio à luz, e mesmo que o culpado já tivesse sido revelado, Josué disse a Acã: “Filho meu, dá glória ao Senhor, Deus de Israel, e a ele rende louvores; e declara-me, agora, o que fizeste; não mo ocultes” (Js 7.19). Acã respondeu: “Verdadeiramente, pequei contra o Senhor, Deus de Israel, e fiz assim e assim” (v.20). Então, segundo a Lei, Acã teve de morrer.

Hoje ninguém é condenado à morte por ter mentido, caluniado, difamado, exagerado ou minimizado os fatos. A graça de Jesus está acima da Lei. Mas o pecado somente será perdoado quando for confessado: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (1 Jo 1.9).










Por: Norbert Lieth

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Marcos Antonio - Pregadores de Rosas



Marcos Antônio - As Três coroas


Verdade Gospel 07/01/12 com Rachel Malafaia e Willian Jannuáryo



Bíblia Sagrada é o livro mais vendido do mundo


A revista Christian Retailing Magazine fez uma lista contendo os 11 livros mais vendidos do mundo, e no primeiro lugar aparece a Bíblia Sagrada, com quase 6.000.000.000 de cópias vendidas, além de ser o livro que mais foi traduzido com versões para diversos idiomas e dialetos.

Veja a lista que mostra a quantidade de exemplares que cada um dos 11 livros conseguiu vender ao redor do mundo:

1º lugar – A Bíblia Sagrada com um total de 4.000.000.000 a 6.000.000.000 cópias vendidas.

2º lugar – Harry Potter, todos os sete livros da série venderam mais de 1.000.000.000 de cópias. A história escrita por J.K. Rowling mostra as aventuras de jovem bruxo, Harry Potter, que conta com a ajuda de dois amigos para vencer o mal em um reino desconhecido para pessoas normais. Essa obra foi traduzida para mais de 64 línguas.

3º lugar – Livro Vermelho – Mao Tse-Tung. A primeira edição foi lançada em 1964, com 33 capítulos o livro contém as ideias socialistas que promoveram o presidente chinês Mao Tse-Tung. Foram vendidos mais de 1.000.000.000 cópias, sendo que as vendas foram impulcionadas por uma lei que obrigava a todos os membros do partico comunista a comprá-lo.

4º lugar – O Corão – O livro sagrado do Islã vendeu 800.000.000 cópias contendo as revelações do profeta Maomé e outros feitos da história sagrada para os muçulmanos. Alguns livros contém partes da Bíblia Sagrada e falam de personagens importantes para judeus e cristãos como Adão, Moisés e Abraão.

5º lugar – Peter Rabbit – a série de contos infantis já alcançou a marca de 151.000.000 cópias vendidas. Trata-se de um conto sobre um coelho chamado Petter que fala, usa roupas, vive em uma casa e etc. Suas aventuras relatam situações cotidianas do pequeno coelho que tem como objetivo comer o maior número de cenouras e salvar seus amigos de um texugo.

6º lugar – O Senhor dos Anéis – A série toda já vendeu 110.000.000 exemplares. A história se passa na Idade Média e narra a travesia feita por Frodo e outros Hobbits que precisam destruir o anél de Sauron. Para isso eles passam por guerras, conflitos e lutas.

7º lugar – AS Crônicas de Nárnia – A série teve seu primeiro livro publicado em 1949 e desde então já vendeu mais de 110.000.000 e seus livros já foram transformados em três filmes que fizeram muito sucesso. A obra fala de um universo parelelo do mundo real, um mundo de fantasia onde existem criaturas místicas, animais que falam e magia.

8º lugar – American Spelling Book – livro escrito por Noah Webster em 1793, sendo uma das obras indispensável para as aulas de língua inglesa nas escolas. A obra também é útil para os concursos de soletrar que são celebrados nos Estados Unidos. Foram 100.000.000 cópias vendidas.

9º lugar – O Livro dos Records – O Guiness Book traz os récordes mundiais mais relevantes tanto de humanos como da natureza. Editado desde 1955 o livro se atualiza a cada ano e já vendeu mais de 100.000.000 também.

10º lugar – Almanaque Mundial – The World Almanac and Book of Facts é um livro americano que recolhe informações a respeito de várias coisas, desde de esportes até tragédias, mudanças mundiais, curiosidades e etc. Desta obra foram vendidas 84.000.000 livros.

11º lugar – O Código Da Vinci, de autoria de Dan Brown o livro conta a história de uma misteriosa organização ligada ao Santo Graal e ao papel de Maria Madalena no cristianismo. Foram 80.000.000 cópias vendidas.

Fonte: Cristianos




 
 
 
 
 
 
Por: Redação / Bíblia Sagrada

Vídeo: Jornalista corajosa critica o carnaval e ganha repercussão na web


O vídeo da jornalista paraibana Rachel Sheherazade, agora como âncora do SBT Brasil, está ganhando cada vez mais repercussão nas redes sociais, onde aparece expondo a realidade do carnaval sem muitas fantasias.

Sheherazade, de forma muito corajosa, expõe suas observações sobre o que habita por trás dessa festa cultural, trazendo o assunto à reflexão.












Por: Marcos Melo / Carnaval

Coreia do Norte é o pais que mais persegue cristãos, diz ‘Portas Abertas’


De acordo com a lista de classificação de países perseguidores de cristãos no mundo, publicada pela “Missão Portas Abertas”, A Coreia do Norte lidera o ranking pelo 11º ano consecutivo.

Afeganistão (2º), Arábia Saudita (3º), Somália (4º), Irã (5º) e as Maldivas (6º) formam o grupo onde os cristãos não tem quase nenhuma liberdade de culto. O Pasquistão (10º) entrou no Top 10 pela primeira vez, justificado pelo fato de que o ministro cristão Shahbaz Bhatti ter sido assassinado por tentar alterar a Lei da Blasfêmia no país.

Uzbequistão (7º), Iêmen (8º) e Iraque (9º), completam o top 10.

A Coreia do Norte é um país comunista com uma religiosidade baseada em seu antigo líder, Kim II-Sung. Qualquer pessoa que preste culto a qualquer outro Deus é automaticamente perseguido no país.

“Com a morte de Kim Jong-Il no mês passado e com seu filho, Kim Jong-Un, assumindo o poder, é muito difícil determinar como será a vida dos cristãos nessa nova fase’, disse o presidente da Portas Abertas nos EUA, Carl Moeller.

“Certamente, a situação permanece perigosa para os cristãos, por isso devemos orar pela Coreia do Norte, para que todos os cristãos posam ter a liberdade de adorar ao Único Deus, e não a Kim Jong-Il e Kim Il-Sung”, enfatizou.

“Portas Abertas” ressalta que a boa notícia é o crescimento da Igreja que está sofrendo com a perseguição. Um pastor do Irã afirma: “Nós não estaríamos crescendo se não tivéssemos pagando o preço pelo nosso testemunho.”



 
 
 
 
 
 
Por: Redação / Perseguição Cristã

sábado, 31 de dezembro de 2011

Um Novo Ano 2012 !!


O que haverá mais tarde, será uma breve mudança de calendário, mesmo porque continuarão, os mesmos céus, a mesma terra, os mesmos mares e oceanos, mais a Nossa Fé no Grande Deus, se renovará mais em mais ainda, Eternamente.

O portal Volta Cristo, deseja a todos os leitores, visitante , irmãos e amigos, Um grande 2012, com mais e mais Bençãos do Deus Grandioso, que Jesus vos abençoe... Agradeçemos, pelos acessos, e visitas, aos seguidores...

Vamos lá irmãos a Luta continua...Feliz 2012 !!!



www.voltacristo.com – Semeando a Palavra de Deus !!







Por: Ramany Serra

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Propósitos Para o Ano Novo


Quando um novo ano se aproxima, muita gente contempla o futuro como uma oportunidade de fazer mudanças na sua vida – em seu estilo de vida, no seu planejamento, nas suas atividades, em seus alvos, entre outras mudanças. É bem verdade que muitos propósitos irrelevantes são estabelecidos e, poucos dias depois, são abandonados; porém, alguns propósitos genuínos podem ser mantidos.

As Escrituras Sagradas fornecem exemplos desse último tipo de propósito. Daniel, o grande profeta judeu, “Resolveu [...] firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia...” (Daniel 1.8). Ao preparar-se para um novo ano, sugiro que você “resolva firmemente” dar passos concretos que levarão a um aperfeiçoamento de sua vida espiritual, emocional e física no ano que se aproxima.

Deus nos criou à Sua imagem – com uma natureza trina: espírito, alma e corpo. A alma é aquilo que realmente somos, a saber, o “homem [a mulher] interior do coração”. Antes de nos tornarmos “nova criatura” em Cristo, existíamos em nosso espírito “natural” (i.e., uma natureza consciente), que a Bíblia denomina de “o velho homem”; Cristo nos concedeu uma nova vida espiritual, ou seja, “o novo homem”. O mais fortalecido desses dois é o que vai dominar ou controlar nossas atitudes e procedimentos no dia-a-dia. O mais forte em nossa vida será aquele ao qual mais alimentamos, o mais nutrido dentre os dois. O “homem natural” deseja aquelas coisas que estimulam as paixões da carne e que buscam o reconhecimento humano; o “homem espiritual” prospera na Palavra de Deus pela prática do que agrada a Ele.

O apóstolo Paulo desafiou os crentes em Cristo recém-convertidos de Tessalônica com as seguintes palavras: “O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Tessalonicenses 5.23).

Paulo lhes trouxe à memória o fato de que o “tribunal de Cristo” ocorrerá depois do Arrebatamento, não para julgar os pecados que eles haviam cometido antes de conhecer a Cristo (pois todos os pecados foram pagos e perdoados na cruz), mas para avaliar o modo pelo qual viveram a nova vida na qualidade de crentes em Jesus (2 Coríntios 5.10). Nesse tribunal será avaliado o uso que cada salvo em Cristo fez do seu espírito, alma e corpo. Por essa razão, a decisão mais sábia que podemos tomar é a de sermos diligentes no uso de nosso tempo e da nossa energia, de modo que alimentemos regularmente nossa nova natureza com a Palavra de Deus.

Há alguns anos, reuníamos um grupo de jogadores de futebol americano do time do Chargers em nossa casa para estudarmos a Bíblia. Na seqüência de estudos bíblicos demonstrei ao grupo a necessidade de crescermos em nossa vida cristã e expliquei que, apesar de termos nascido de novo em Cristo, o espírito do “velho homem” ainda está presente em nós junto com o espírito do “novo homem”. Então, um dos jogadores perguntou: “Ora, se eu ainda possuo essas duas naturezas, qual delas controla minha vida?”. Minha resposta imediata foi a seguinte: “Aquela que você mais alimenta!”.

Isso continua a ser verdade! Sua consciência espiritual é fortalecida pela quantidade de tempo que você passa com o Mestre e pela prática de Seus ensinos. Se você assume em seu coração o propósito de fortalecer-se “...no Senhor e na força de Seu poder” (Efésios 6.10), um método regular de leitura e estudo da Palavra de Deus promoverá o desenvolvimento de sua nova natureza, a qual, por conseguinte, prevalecerá sobre seu espírito natural. Na Carta aos Hebreus está escrito:

“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (Hebreus 4.12).

Essa promessa assegura que até mesmo nossos pensamentos podem se ajustar aos pensamentos de Deus. A comunhão diária com o Senhor nos proporciona um relacionamento mais íntimo com Ele e uma compreensão melhor do Seu poder. Tal relacionamento não pode ser obtido por nossa própria força. Em 2 Pedro 1.3-4, as Escrituras Sagradas nos garantem que é possível alcançar esse padrão elevado de viver para Deus:

“Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo”.

Que maior promessa poderíamos obter do que a de nos tornarmos participantes da natureza divina no momento em que depositamos nossa confiança em Jesus Cristo? Se aprendermos a privar nossa velha natureza daquilo que a alimenta, fazendo-a passar fome (i.e., gastarmos menos tempo e energia com coisas banais que não têm valor eterno), desfrutaremos de uma vida vitoriosa com a natureza de Cristo que se encontra em nós.

Na vida moderna, os maiores ataques à nossa mente são oriundos daquilo que assistimos e vemos na mídia eletrônica – os filmes, os programas de televisão e a internet. Grande parte daquilo que é oferecido na mídia eletrônica é prejudicial ao espírito e à mente, impedindo o crescimento de nosso “homem espiritual”.

Charlie “Tremendous” [i.e., “Extraordinário”] Jones, um conferencista evangélico das décadas de 1980 e 1990, freqüentemente dizia: “Você, hoje, é o resultado dos livros que leu e das pessoas com as quais teve contato nos últimos dez anos”. Creio que isso seja verdade, contudo, atualmente eu acrescentaria: “...bem como dos filmes, vídeos, DVDs e programas de TV a que você assiste, além dos sites da internet que tem acessado”. Em termos espirituais, você, hoje, é o resultado da quantidade de tempo que tem dedicado à Palavra de Deus.

Bem no começo de meu ministério pastoral aprendi o método que a organização evangélica The Navigator’s utilizava para ajudar os recém-convertidos a crescerem em Cristo. The Navigator’s desenvolveu o diagrama da “mão”, através do qual apresentava cinco passos para a edificação de uma vida de fé em Jesus Cristo (cada dedo da “mão” corresponde a um passo), a saber:

1. Ouvir a Palavra de Deus (Romanos 10.17)

Participar de uma igreja que creia na Bíblia; uma igreja que ensine a Palavra de Deus e que a ponha em prática como autoridade suprema e final para todos os crentes em Cristo. Tome cuidado com a “igreja emergente” que se denomina “evangélica”, mas não reconhece a autoridade da Palavra de Deus da forma como está escrita na Bíblia.

2. Ler diariamente a Palavra de Deus (Apocalipse 1.3)

Deus optou por nos apresentar uma Palavra escrita e o propósito dEle é que os seres humanos de todas as gerações a leiam. Manter um diário daquilo que você tem aprendido pode ser muito útil. Fazer esse registro diário é realmente muito simples. Apenas peça a Deus que lhe fale pela Sua Palavra, a Bíblia; em seguida, escreva no seu diário cada mensagem que o Senhor, através das Escrituras, comunicou a você naquele dia.

3. Estudar a Palavra de Deus (2 Timóteo 2.15)

Você não pode dar aquilo que não possui. Para estar apto a compartilhar seu testemunho e o amor de Cristo com outras pessoas, é fundamental que você participe de um grupo saudável de estudo bíblico ou se inscreva num curso bíblico por correspondência. A diferença entre um cristão e um servo de Cristo é o estudo bíblico.

4. Memorizar a Palavra de Deus (Salmo 119.11)

Memorizar textos bíblicos faz com que a Palavra de Deus se torne parte de você e é a maneira mais rápida de crescer em Cristo. Esse recurso também lhe será extremamente proveitoso quando você tiver necessidade urgente de orientação e não possuir nenhuma Bíblia à mão. Uma prática que auxilia a memorização é a de escrever versículos específicos num cartão a fim de que a pessoa possa levá-lo e ler, várias vezes ao dia, os versículos nele escritos.

5. Meditar diariamente na Palavra de Deus (Salmo 119.15-16)

A reflexão diária nos textos lidos da Palavra de Deus irá ajudá-lo a aplicar os princípios bíblicos à sua vida. Busque maneiras de colocar em prática no seu viver tudo o que você tem aprendido.

Os propósitos que você estabeleceu para o ano novo podem influenciar seu espírito, sua alma e seu corpo se você realmente deseja aperfeiçoar sua vida íntima e seu relacionamento com Jesus Cristo. Mesmo que você falhe em algum dia, não desista. A Bíblia faz a seguinte declaração sobre o ser humano: “Porque, como imagina em sua alma, assim ele é...” (Provérbios 23.7). Ao investir tempo no estudo da Palavra de Deus e meditar em suas verdades, você tem condição de aplicar à sua vida o que tem aprendido nas Escrituras. O salmista afirmou: “Bem-aventurado [i.e., ‘feliz’] o homem que não anda no conselho dos ímpios [...] Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite”. É essa postura que auxilia a pessoa nas muitas decisões que precisa tomar diariamente em sua vida (cf. Mateus 4.4).

Que Deus lhe conceda um abençoado ano novo! Creio que Ele o fará SE você nutrir sua alma regularmente com a Palavra de Deus. Jesus disse: “Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mateus 4.4).









Por: Tim LaHaye - Pre-Trib Perspectives

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O Nascimento do Messias


No dia 19 de novembro de 1997 aconteceu algo extraordinário: Bobbi McCaughey, da cidade de Carlisle, Iowa (EUA), deu à luz a sete bebês saudáveis. Com a notícia do nascimento bem sucedido dos sétuplos, o mundo pareceu fazer uma pausa para refletir, maravilhado e assombrado. Paula Mahone, a médica que fez o parto, expressou o que estava no coração de cada um: “Esta é uma situação singular”, disse ela. “Eu consideraria isto um milagre.”

Há dois mil anos, ocorreu um nascimento ainda mais extraordinário, singular e miraculoso. Esse não produziu as manchetes que os sétuplos da família McCaughey provocaram. Na verdade, relativamente poucas pessoas souberam que ele havia ocorrido. No entanto, os efeitos desse evento não apenas dividiram nosso tempo em duas partes – a.C. e d.C. –, como também estabeleceram para sempre um testemunho vivo do amor e da fidelidade de Deus. Naquela noite nasceu o Messias. O nascimento de Jesus de Nazaré não foi prematuro, nem tardio. Ele nasceu no tempo exato, de acordo com a agenda profética de Deus. Não se tratou de um acidente, ou de um golpe do destino. Tudo foi planejado, predito e prometido com centenas de anos de antecedência. O nascimento do Messias foi verdadeiramente uma vinda abençoada.

Uma pessoa abençoada

A identidade e a linhagem do Messias não foram deixadas ao acaso, pois Deus não queria nenhuma confusão sobre o assunto. Desde o começo, Ele foi revelando progressivamente quem viria a ser o Seu Ungido.

Depois que Adão e Eva pecaram, Deus amaldiçoou a serpente. Dentro dessa maldição estava a promessa de Alguém que viria e esmagaria a cabeça da serpente. Esse Prometido viria da descendência da mulher e seria um homem (Gn 3.15). Isso foi reiterado mais tarde, na promessa dada por intermédio do profeta Isaías: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu” (Is 9.6). Em outras palavras, o Messias não seria um anjo, um animal, ou alguma criatura incomum. Tampouco o Messias seria uma mulher. Deus prometeu levantar um ser humano, um homem, que um dia feriria mortalmente “a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás” (Ap 12.9).
 
As circunstâncias miraculosas cercando Seu nascimento dariam indicações de Sua natureza divina. Mais uma vez, por meio de Isaías, Deus fez uma promessa. À casa de Davi não seria dado um sinal de sua própria escolha, mas um sinal determinado por Deus: “eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel [literalmente: Deus conosco]” (Is 7.14).Os rabinos antigos pronunciavam uma maldição sobre qualquer pessoa que tentasse calcular a época da chegada do Messias (Sanhedrin 97b). Eles temiam que o povo perderia a fé se Ele não aparecesse na data calculada. Apesar disso, a época da primeira vinda do Messias é descrita em Daniel 9.24-27: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido, ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as praças e e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas será morto (a Ed. Rev. e Corrigida diz: “tirado”) o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas.”

Embora muitos debates tenham focalizado a questão se o termo hebraico “almah” deveria ser traduzido como “virgem” ou “mulher jovem”, os tradutores judaicos da Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento) escolheram o termo grego “parthenos”, para indicar claramente o que entendiam que a palavra hebraica deveria significar, ou seja, “virgem”. Além disso, “parthenos” foi a palavra empregada por Mateus em seu evangelho, quando citou essa passagem de Isaías (Mt 1.23). Conseqüentemente, o sinal miraculoso que Deus iria conceder seria o fato de uma virgem conceber e dar à luz um filho.

Além disso, conforme indicado por Seu nome, esse Filho seria de natureza divina. Na tradição judaica, ensinava-se que nos tempos primitivos da história humana, pela ministração do Espírito Santo, as pessoas poderiam dirigir o futuro de seus filhos por intermédio dos nomes que lhes dessem (Gênesis Rabbah 37.7). Também era prática comum dar um nome à criança de acordo com um pensamento ou conceito indicativo da sua natureza. Por isso, quão significativo é que Deus, quando concedeu o sinal especial do Filho nascendo de uma virgem, deu-Lhe, Ele mesmo, um nome que revelava não apenas o que esse Filho faria, mas também o que Ele seria (“Emanuel”). Este menino especial seria Deus e Ele estaria conosco.

Estreitando ainda mais a árvore genealógica do Messias, Deus planejou que Ele viesse de uma nação específica – Israel (Gn 22.18; compare Gl 3.16); de uma tribo específica de Israel – Judá (Gn 49.10); e de uma família específica de Judá – a família do rei Davi (Jr 23.5). Portanto, esses eram os requisitos genealógicos e de nascimento para qualquer um que pretendesse reivindicar ser o Messias.

Uma época abençoada


Nessa passagem, o anjo Gabriel informa ao profeta Daniel que “setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade”. Essas setenta semanas são semanas de sete anos cada, e não de sete dias – um total de 490 anos. O ponto de referência para iniciar a contagem é este: “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”. O único decreto registrado nas Escrituras que encaixa historicamente com essa profecia é aquele baixado pelo rei Artaxerxes, em Neemias 2. Esse decreto, que ordenava a reconstrução das portas e dos muros de Jerusalém, foi editado no vigésimo ano do rei Artaxerxes – 445 a.C.

De acordo com o anjo Gabriel, em Daniel 9.25, desta data em diante, um período de 69 semanas, ou 483 anos, se encerraria na época em que “o Ungido, o Príncipe” estaria presente. Por meio de cuidadosos cálculos (empregando anos proféticos de 360 dias), eruditos bíblicos chegaram à conclusão de que as 69 semanas terminaram em torno do ano 32 d.C.[1]

Embora tenha havido debates a respeito da data precisa, não pode ser questionado que, de acordo com essa passagem, o Messias tinha que chegar e “já não estar” (v. 26) antes da destruição da cidade e do santuário (templo). Como Daniel recebeu essa profecia algum tempo após a primeira destruição de Jerusalém e do templo, em 586 a.C., essa segunda destruição tem de referir-se àquela efetuada pelo exército romano, em 70 d.C. Portanto, o Messias deveria chegar 483 anos depois de 445 a.C. e antes de 70 d.C.

Um lugar abençoado

Miquéias 5.2 (5.1 na Bíblia judaica) é uma promessa acerca da qual há a maior unanimidade entre eruditos cristãos e antigos estudiosos judeus – concorda-se que se trata de uma profecia messiânica: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.

De acordo com essa promessa, a pequena vila de Belém-Efrata seria o local de onde viria o Messias. Numerosas fontes judaicas antigas concordam com essa interpretação (Targum Jonathan sobre Miquéias 5.1; Lamentações Rabbah 1.16, parágrafo 51). Inclusive nos dias de Herodes, o Grande, sábios judeus compreendiam Miquéias 5.2 como sendo uma referência ao lugar de nascimento do Messias (Mt 2.4-6).

É significativo que o profeta Miquéias tenha identificado claramente qual Belém se tinha em vista, pois havia duas localidades chamadas Belém. Uma se encontrava no território dado à tribo de Zebulom, no norte (Js 19.15), enquanto a outra se localizava no território dado à tribo de Judá. Efrata era o nome original dessa segunda Belém. Ela distava aproximadamente oito quilômetros de Jerusalém para o sul e foi o lugar onde Davi nasceu e foi coroado rei.

Correspondendo à localização messiânica de Belém, existe um lugar chamado “torre do rebanho”. Nos dias bíblicos, os pastores muitas vezes vigiavam seus rebanhos de uma torre especialmente construída para isso. De lá, podiam observar a aproximação de bandidos ou animais selvagens. Miquéias 4.8 faz referência a essa torre: “A ti, ó torre do rebanho, monte da filha de Sião, a ti virá; sim, virá o primeiro domínio, o reino da filha de Jerusalém”. Uma antiga interpretação judaica considerava esse versículo como sendo messiânico e traduzia a expressão “torre do rebanho” por “Messias de Israel” (Targum Jonathan).

A única outra referência à “torre do rebanho” encontra-se em Gênesis 35.21: “Então, partiu Israel e armou a sua tenda além da torre de Éder [literalmente, “rebanho”]”. Isso ocorreu logo após a morte de Raquel, no caminho para Efrata, ou Belém (Gn 35.19). Assim, essa “torre do rebanho” encontrava-se próxima de Belém. Como resultado da localização da torre e da interpretação de Miquéias 4.8, outro Targum judaico traduz Gênesis 35.21 da seguinte forma: “Jacó partiu e armou suas tendas além da torre do rebanho, o lugar de onde o Rei Messias se revelará no fim dos dias” (Targum Pseudo-Jonathan).

Portanto, o lugar abençoado do qual se originaria ou nasceria o Messias era Belém-Efrata.

Um nascimento abençoado

Na época em que o Messias chegou, a Palavra de Deus havia detalhado suficientemente como Ele poderia ser reconhecido simplesmente em termos de Seu nascimento, para não mencionar as profecias concernentes a toda a Sua vida. Tal detalhamento aponta para Jesus de Nazaré.

Em primeiro lugar, Jesus possuía a linhagem física correta. Ele nasceu de uma mulher, Maria, cumprindo assim os requisitos de um ser humano, um homem, nascido de uma virgem (Lc 1.34-35). Com respeito à Sua divindade, muitas passagens das Escrituras confirmam Suas obras miraculosas e Sua confissão pessoal (por exemplo, Jo 10.30-33). Ele também foi judeu – Mateus 1 e Lucas 3.23-38 confirmam que Jesus de Nazaré foi “filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1.1).

Em segundo lugar, Jesus nasceu no tempo certo. Obviamente, Ele viveu após 445 a.C. e antes de 70 d.C. Durante Seu ministério, Ele pregou que “o tempo está cumprido” (Mc 1.15). Como mencionamos acima, os eruditos bíblicos calcularam que ao redor do ano 32 d.C. cumpriram-se os 483 anos da profecia de Daniel. Mais especificamente, acredita-se que eles se encerraram exatamente nos dias em que Jesus foi aclamado como Messias e entrou em Jerusalém montado num jumentinho. Nessa ocasião, Jesus parou repentinamente e chorou sobre Jerusalém. Ele exclamou: “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos... porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação” (Lc 19.42,44). A época da chegada do Messias havia sido proclamada pelo profeta Daniel. Mas os líderes judeus de então, representando a nação como um todo, não o reconheceram. Igualmente, em cumprimento da profecia de Daniel, Jesus foi “tirado” (Dn 9.26, Ed. Rev. e Corrigida), uma referência à Sua morte prematura por meio da crucificação. Até mesmo isso não ocorreu por acaso. A morte de Jesus tinha um propósito. Ele “a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1 Tm 2.6).

Em terceiro lugar, Jesus de Nazaré nasceu no lugar certo – Belém. Ele não nasceu na Belém vizinha de Nazaré, apesar de José e Maria viverem em Nazaré. Em vez disso, Ele nasceu na outra Belém, a Belém-Efrata. Deus, em Sua providência, fez com que o imperador romano Augusto decretasse que em todo o império deveria ser realizado um recenseamento. Isso exigia que todos os cidadãos retornassem às cidades de seus ancestrais. Por isso, José foi obrigado a fazer uma viagem longa e difícil a Belém, juntamente com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida. Enquanto ainda estavam lá, Jesus, o Messias, nasceu, exatamente como Deus havia planejado e prometido (Lc 2.4,7).

Um outro aspecto interessante do nascimento de Jesus é que “havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite” (Lc 2.8). Foi a esses pastores que a multidão de anjos proclamou o nascimento do Messias nas proximidades de Belém. Será que esses pastores se encontravam próximos da “torre do rebanho”, o lugar a partir do qual o Messias seria revelado?

A evidência confirma que Jesus de Nazaré foi a pessoa abençoada, nascida no tempo abençoado, no lugar abençoado. Como a identificação de um bebê, feita na maternidade, as marcas históricas identificadoras que envolvem Seu nascimento provam que, de fato, Sua vinda foi uma vinda abençoada.

Por ocasião do nascimento dos sétuplos da família McCaughey, foi dito que “o nascimento é apenas o começo da história, não o fim”. Com Jesus também é assim.










Por: Bruce Scott - Israel My Glory

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Uma Nova História - Míria Mical

OS SONHOS DE DEUS - MIRIA MICAL

 

domingo, 18 de dezembro de 2011

O Verdadeiro Espírito do Natal


Dezembro parece ser o mês mais esperado do ano. Afinal, é tempo de Natal, ocasião para ver a família reunida, trocar presentes e participar de festas especiais. Mas também é tempo de saudade e especialmente de reconsagração. Em meio a tantas comemorações, promoções e diferentes interesses, precisamos repensar o verdadeiro espírito do Natal.

Isso não significa polemizar sobre a verdadeira data do nascimento de Cristo. Possivelmente não tenha sido em 25 de dezembro, mas esse dia acabou sendo aceito para recordar o maior presente já recebido por este mundo. Também não tem que ver com as discussões sobre o surgimento dos diferentes símbolos, tão usados hoje. Precisamos aproveitar a data para manter diante dos olhos e do coração o motivo central das comemorações, o verdadeiro espírito do Natal.

Tenho observado igrejas, escritórios, centros comerciais e mesmo nossa casa. Muitas delas estão bem ornamentadas: uma árvore bonita, pacotes com presentes, luzes coloridas, etc. Normalmente, esses são os símbolos que expressam a visão popular do Natal. Estamos fazendo uso desses símbolos movidos apenas pela tradição, ou, como adventistas, mantemos o verdadeiro espírito dessa comemoração? Se perdermos a visão correta, quem vai mantê-la?

Os símbolos enfeitam e embelezam o Natal, mas não podem tirar seu foco principal. Ellen G. White recomendava o uso da árvore de Natal na igreja, não apenas como enfeite, mas com uma razão mais nobre e apropriada: “Deus muito Se alegraria se, no Natal, cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto. [...] Não há particular pecado em selecionar um fragrante pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore” (O Lar Adventista, p. 482).

Se Natal é tempo de presentes, então, por que não aproveitar para oferecê-los aos necessitados ou para os projetos da igreja? Vamos ornamentar a casa, o escritório ou igreja, mas pensando em tornar o Natal uma oportunidade para dar presentes não apenas às pessoas que amamos e estão perto de nós, mas também àqueles que tanto necessitam de ajuda. Esse é o verdadeiro espírito do Natal. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito…” Deus amou e deu. É esse espírito de abnegação que precisamos renovar no Natal.

Tenho me preocupado ao ver como os símbolos seculares, que deveriam ser um complemento à beleza do Natal, acabaram tomando o lugar principal. Quantas árvores, presentes, luzes ou imagens do papai Noel você tem visto nestes dias? Por outro lado, já observou quantas representações do nascimento de Jesus estão por aí? Não podemos perder de vista a verdadeira razão por trás do Natal. A visão secular e comercial não pode tomar o lugar do foco principal. Natal é tempo de gratidão, reconsagração, reflexão e também de cultos de adoração. O restante – como ceia, enfeites, presentes – deve ser apenas complemento.

Mas, como o Natal é tempo de presentes, quero lhe fazer duas sugestões especiais: A primeira é que você participe do Mutirão de Natal, oferecendo um pouco do que você tem aos necessitados. Esse é um projeto precioso que resgata e reforça, de maneira organizada, o espírito que deve estar no coração de cada cristão. Corremos o risco de fazer do Natal um tempo de egoísmo em que gastamos o que temos, e muitas vezes o que não temos, apenas para satisfazer as pessoas que amamos. Isso é olhar apenas para nós mesmos no tempo em que celebramos o nascimento dAquele que abriu mão de tudo o que possuía para vir a este mundo salvar pecadores. Vamos dar presentes aos nossos queridos, mas sem esquecer as pessoas carentes.

A segunda sugestão é que você presenteie aqueles que precisam conhecer Jesus por meio da leitura do livro missionário A Grande Esperança. Parentes, amigos, vizinhos, funcionários ou colegas de trabalho. Melhor seria se pudéssemos dar o livro O Grande Conflito (texto completo), na edição de luxo lançada recentemente pela Casa Publicadora Brasileira. Esse é o tempo em que os corações estão abertos e não podemos perder a oportunidade. “Aproximamo-nos rapidamente do fim. A impressão e circulação dos livros e revistas que contêm a verdade para este tempo deve ser nossa obra” (Ellen G. White, O Colportor-Evangelista, p. 5).

A mesma autora insiste na distribuição da mensagem do livro O Grande Conflito, pois nele “a última mensagem de advertência ao mundo é dada mais distintamente que em qualquer de meus outros livros” (Ibid., p. 127).










Por: Erton Köhler

O Homem Que é Deus


O Homem: No Natal surgiu em meio à história mundial um homem totalmente integrado nela, mas em muito superior a ela: Jesus Cristo. Ele é inteiramente diferente, singular. Movimentou o mundo como ninguém antes ou depois dEle. A Encyclopaedia Britannica utiliza 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Sua descrição ocupa mais espaço que as biografias de Aristóteles, Cícero, Alexandre Magno, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

O homem Jesus tornou-se o maior tema da história mundial. Sobre nenhum outro se escreveu mais do que sobre Ele. A respeito de ninguém se discutiu tanto quanto sobre Jesus. Ninguém foi mais odiado, mas também mais amado; combatido, mas também mais louvado. Sobre nenhum outro foram feitas tantas obras de arte, hinos, poemas, discursos, e compêndios do que sobre Cristo. Diante dEle dividem-se as opiniões – uns gostariam de amaldiçoá-lO, outros testemunham que sua vida foi radicalmente mudada por Jesus e enchida de esperança. Não é possível imaginar a história humana sem Jesus. Na época do Natal, milhões comemoram Seu nascimento consciente ou inconscientemente. Na Páscoa, lembra-se da Sua morte e ressurreição; na Ascensão, da Sua volta para Deus; e no dia de Pentecostes do nascimento da igreja que leva Seu nome, a igreja cristã. – Será que Ele é mais que um homem.


O Deus-Homem: A Bíblia diz que Cristo é, ao mesmo tempo e literalmente, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Lemos em 1 Timóteo 3.16: “Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele [Deus] que foi manifestado na carne...” E em 2 Coríntios 5.19 está escrito: “a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo...” A vida terrena de Jesus nos mostra que Ele foi ao mesmo tempo verdadeiro homem, mas continuou também verdadeiro Deus. Percebemos muitos contrastes em Sua vida, tanto provas da Sua inteira humanidade, como da Sua perfeita divindade. Por exemplo, Ele sentia cansaço, mas ao mesmo tempo podia chamar para Si os cansados e dar-lhes a paz (João 4.6; Mateus 11.28). Jesus teve fome, mas era o próprio pão da vida (Mateus 4.2; João 6.35). Cristo teve sede, sendo ao mesmo tempo a água viva (João 19.28; João 7.37). Ele enfrentou a agonia da morte, mas curou todos os tipos de doenças e aliviou qualquer dor. Jesus foi tentado pelo diabo, mas expulsou demônios (Lucas 4.2; Mateus 8.31). Ele vivia no tempo e no espaço, mas era desde a eternidade (João 8.58). Jesus disse: “...o Pai é maior do que eu”, e também: “Eu e o Pai somos um”, ou: “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.28; João 10.30; João 14.9). Ele mesmo orava, como também respondia às orações (Lucas 6.12; Atos 10.31). Ele derramou lágrimas junto à sepultura de Lázaro, mas tinha o poder para ressuscitá-lo (João 11.35,43). Ele morreu, mas é a vida eterna – Jesus é o homem perfeito de Deus e o Deus perfeito dos homens.

Por que Deus tornou-se Homem? Ele veio para revelar Deus a nós. Em Jesus Cristo, Deus se manifestou da forma mais clara. Ele é a prova de que Deus não se afasta do pecador, mas se volta para ele e ama todos os homens. Jesus veio para convencer este mundo de sua pecaminosidade e necessidade de redenção. Ele veio para morrer, como homem sem pecado, pelo pecado dos homens, para se entregar como sacrifício por eles, por uma humanidade que tinha caído através do primeiro homem, Adão. Agora, os homens podem ser salvos por Ele. Por isso, Jesus é chamado também de “último Adão” (1 Coríntios 15.45). Ele veio para destruir as obras do diabo, para tirar o poder da morte e para vencer o pecado. Tornar-se homem em Jesus foi a única possibilidade de Deus resgatar um mundo perdido: “Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3.17).


Ele voltará: Jesus voltará como era (Atos 1.11). Do modo como foi e subiu ao céu, no mesmo corpo, mas glorificado, Ele retornará. Jesus, o homem que é Deus, o filho de Maria, a criancinha de Belém, o jovem de Nazaré, o Mestre da Judéia que curava, o homem do Calvário, voltará como Rei da glória e como Senhor dos senhores.

Muitos homens, conquistadores, reis e ditadores, já quiseram ser deuses, mas todos fizeram o sangue de homens ser derramado por eles. O imperador romano Augusto (sublime), que conhecemos da história do Natal, fazia-se chamar de “kyrios” (senhor) e até de “soter” (salvador). Mas o Deus que se tornou homem deu Seu sangue por este mundo. Por isso, somente Ele é o Salvador, que diz também a você: “...quem crê no Filho tem a vida eterna...” (João 3.36). No homem perfeito Jesus, Deus torna perfeito a todo que O aceita em seu coração – você crê nEle.



 
 
 
 
 
 
 
Por: Site AJesus